Cesc Fàbregas falou sobre seu trabalho no Como e também sobre jogadores italianos que admira, citando nomes de clubes como Juventus e Inter de Milão.
O treinador respondeu a uma pergunta sobre se há jogadores da seleção italiana que lhe agradam. E o exemplo do atacante da Atalanta, Charles De Ketelaere, apelidado de “Palestra”, foi emblemático em sua resposta.
Daniele Mari, Diretor – 4 de abril – 19:48
“Ramon e Rodriguez já estão em campo, mas decidirei amanhã. Posso dizer que Rodriguez não está pronto”, disse Cesc Fàbregas sobre a condição física de seu time, o Como, na véspera da partida contra a Udinese.
O técnico expressou uma avaliação positiva de seus jogadores que estiveram com suas seleções nacionais: “Trabalhamos bem e os resultados são visíveis. Os rapazes voltaram e se colocaram à disposição. Assisti a todos os jogos dos nossos jogadores na televisão e estou muito contente porque praticamente todos entraram em campo.”
“Gosto que eles mostrem algo diferente com outras equipes, com outros técnicos. Estou satisfeito com Baturina e Nico Paz. Diao voltou do Senegal e jogou meio tempo para recuperar a condição”, completou.
O técnico vê sua própria trajetória e a da equipe em constante crescimento. Ao responder se há jogadores italianos que ele gosta, disse: “Obviamente sim. Eles jogam na Juve, na Inter… ‘Palestra’, obviamente, eu gosto. Locatelli sempre me agradou. É injusto dizer apenas dois nomes. Se eles jogam lá, é porque são bons.”
“Como treinador, gosto de muitos jogadores italianos. No caso do ‘Palestra’, você vai e pergunta, mas eles querem 40 milhões. Mas todos são grandes jogadores”, afirmou Fàbregas, referindo-se ao alto valor de mercado do jogador.
Por fim, falou sobre a gestão das categorias de base: “Não estamos aqui para dar lições a ninguém. Nós olhamos para o que queremos fazer, para chegar ao futuro que sonhamos. Osian Roberts gerencia muito bem a estrutura da Academia.”
“O objetivo número um? Que o maior número possível de jogadores possa chegar ao time principal no futuro. É assim que se deve começar, por exemplo, no Sub-8, onde meu filho também joga, para fazê-los crescer de uma maneira diferente, com técnica e personalidade, para fazer a diferença. Não apenas aos 23 anos, mas dos 7-8 anos de idade, de outra maneira”, concluiu o técnico espanhol.
